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Prossumidor

A Terceira Onda

Na Primeira Onda, as pessoas consumiam o que elas mesmas produziam. Então, não eram nem produtores nem consumidores – eram o que se poderia chamar de "prossumidores". A tendência do custo de mão-de-obra (para consertos, serviços de marcenaria, manutenções diversas das residências, etc.) é de ser sempre crescente, o que já está motivando as pessoas do Primeiro Mundo a fazerem os consertos, reformas e muitos outros serviços em suas próprias residências.É bem provável que, com o contínuo avanço da tecnologia, elas poderão até fazer suas próprias roupas, móveis, etc.

No início da Segunda, passamos de uma sociedade agrícola baseada em "produção para uso"- uma economia de prossumidores, por assim dizer – para uma sociedade industrial baseada em "produção para troca". Entre o produtor e o consumidor, existe uma separação preenchida pelo mercado ou rede de intercâmbio (os intermediários).

A mudança mais notável na civilização da Terceira Onda, será provavelmente, a mudança do trabalho, tanto do escritório como da fábrica. De volta ao lar, munidos de um micro computador, juntamente com um fax e equipamento de teleconferência, serão radicalmente estendidas as possibilidades de trabalho em casa.

O acesso do prossumidor, acionado pelo custo ascendente de muitos serviços pagos, pelo colapso das burocracias de serviço da Segunda Onda, pela disponibilidade das tecnologias da Terceira Onda, pelos problemas do desemprego estrutural e por muitos fatores convergentes, leva a novos estilos de trabalho e arranjos de vida. Se nos permitirmos especular, tendo em mente algumas das mudanças descritas anteriormente – tais como o movimento para a dessincronização e o trabalho em tempo parcial, a possível emergência da cabana eletrônica, ou a estrutura da vida familiar mudada – podemos começar a discernir algumas destas mudanças de estilo de vida. (A terceira Onda – Alvin Toffler)

Todas as sociedades que se movem através da transição para a Terceira Onda enfrentam profundos problemas de desemprego a curto prazo. Quando o trabalho dos empregados de escritórios, bancos e de outras funções burocráticas está por sua vez automatizado, há a questão de saber se a maior expansão do setor de serviço convencional absorverá a inatividade. Alguns países disfarçam o problema através de pressões sindicais, expansão pública e burocracias particulares, exportando excesso de trabalhadores e coisas semelhantes. Mas o problema permanece insolúvel dentro da estrutura das economias da Segunda Onda. Isto ajuda a explicar a significação da iminente fusão do produtor e do consumidor. A civilização da Terceira Onda traz consigo o ressurgimento de um enorme setor econômico baseado em produção para uso, muito mais do que produção para troca, um setor baseado em faça-para-si-mesmo, (de preferência para o mercado).

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